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((Barbara Svartur)) O dia não tinha começado lá grandes coisas. Havia apenas um dia ou quase dois que chegara naquele lugar por ordens de seu mentor brujah. A vampira não sabia o paradeiro de seu criador e aguardava anciosamente a volta dele. Andando de um lado para o outro, em um espaço que parecia ser um bar ou algum tipo de boate, pensava no que iria fazer para melhor seu dia "Talvez se eu caçar algum alimento, por enquanto eu preciso de abrigo por não conhecer essa droga de cidade...é, preciso arrajar o que fazer logo" A vampira por pensar alguns momentos sozinha, caminha para perdo da porta de entrada abrindo-a e olhando o movimento lá fora. Nada se via, nenhuma alma viva e quem dirá morta. Desesperançosa e entediada, bate com força a porta principal e balbuciando algumas palavras em sua língua materna, senta-se em um dos bancos da extensa bancada e olhando-a com desprezo começa a limpar a poeira da superfície com seu dedo indicador desenhando formas sem sentido.

Ann Marie von Schappler desce de seus aposentos e observa o comportamento inquietante da recem chegada. "Voce nao me disse seu nome. Tampouco como conheceu o Sr. Cloudring. Gostaria de saber exatamente o que pretende aqui. O Sr. Cloudring sumiu daqui há alguns meses e nunca mais deu noticias. É realmente um fardo para nós termos que contar com com voces para quaquer coisa." Ann observa a pancada na mesa proferida pela jovem e em seguida se afasta indo ate a parede por tras do balcao. Ann puxa o jornal afixado na parede, jogando-o sobre a mesa onde a jovem brujah havia sentado. "Seu Sr. a informou disto aqui? O que voce sabe e é capaz de fazer para resolver esse problema, garotinha?"

((Barbara Svartur)) Enquanto rabiscos desenhados na bancada pelo dedo indicador da vampiram tomam forma de um “A”invertido dentro de um círculo, a aparentável jovem ouve passos ecoando em seus ouvidos e percebe que mais algué ali estava. Ainda com a cabeça baixa e seus olhos fixados em sem proprio desenho na poeira, ouve as palavras daquela estranha que agora lhe fazia companhia sentada ao seu lado. A vampira ajeita-se no banco cruzando as pernas e esfrega a mão na bancada apagando a sua arte e desviando o olhar para o jornal, apenas diz “Poucos conhecem meu nome, prefiro deixar como está e a propósito, imaginei que o Sr. Cloudring fosse desaparecer por um tempo afinal, traçamos nossos próprios rumos e não devemos explicações a ninguém.” Enquanto falava, observava o jornal, não o lia e apenas o fitava, realmente não tinha interesse em ler nada naquele momento.

Ann Marie von Schappler observa a denotacao de deboche vinda por parte da jovem. "Vamos recomecar. Stra. von Schappler, dona do estabelecimento. Voce ja me deve uma porta alem de dever respeito aos mais velhos, principalmene quando vier se dirigir a mim, pois esta na minha casa." Ann observa que a jovem apenas fitava o jornal, mas fingiu nao notar o fato. Nesse momento, Ann inicia com algumas explicacoes sobre o que restava acontecendo na cidade alem de deixar claro sobre os motivos de inimigos estarem lutando, mesmo que a contragosto dos dois lados rivais. "Sabe minha jovem, nao me interessam seus joguinhos, assim como nao me importo com seus interesses pessoais." Ann aponta para o lado de fora. "Vê as ruas desertas? Medo. Mas nao de nos. Medo daqueles que denigrem a nossa imagem. Medo daqueles que simplesmente querem se passar por nos. Vai realmente permitir que tomem a sua fama de durona?"

Barbara Svartur ouvia tranquilamente as palavras da Srta. Schappler enquanto batia as mãos tirando a poeira. Abrindo um um sorriso debochado completou dizendo “Olhe Srta. Dona De Espelunca, estarei por aqui por pouco tempo, não faça o favor a mim, faça o favor ao Sr. Cloudring. Estou aqui por ordens dele.” Levantando da cadeira em um movimento hostil, joga seu longo cabelo liso nas costas e caminha para trás de Ann chegando perto no ouvido da mesma e lhe proferindo as seguintes palavras “Senhorita....senhorita! Deles cuido eu, não temo e não quero que pensem feito você, não tenho fama de durona, apenas gosto que me respeitem e não me tirem do sério. Faça por si própria as mudanças e atitudes necessárias, por enquanto gosto de assistir aos fatos de camarote.”


Ann Marie von Schappler usa as sombras a seu redor para fazer delas emergir um braco solido de sombra, pelas costas da jovem. O braco entao contorna o pescoco desta, apertando-o com forca. "Voce é muito nova para querer medir forças comigo. Entao ponha-se em seu lugar, fedelha." O braco, com 3m de comprimento, contorcia-se cada vez mais em volta do pescoco da jovem, apertando-o cada vez com mais força. "De-me um motivo para eu nao arrancar a sua cabeca fora agora, crianca. Saiba que em meu territorio, terá que andar de acordo com as minhas leis e eu nao tolero mal criacoes vindas de uma pirralha que acabou de sair das fraldas, ou melhor, uma fedelha que se acha dona da razao, só por que acha bonito se comportar dessa forma rebelde. Devia aprender a se comportar ao falar com os mais velhos, mocinha." Ann usa o braco envolto no pescoco de barbara para arremessa-la contra a parede, em um movimento curto e sutil, de forma que essa deixe uma marca com seu corpo na parade onde foi arremessada ((potencia + forca + destreza))

Barbara Svartur Sente-se surpreendida por tal poder daquela vampira no qual parecia tão insignificante nas primeiras aparências. A brujah estava tendo sua garganta esmagada por algo não sólido, estava tão vidrada com aquele fenômeno que começou a buscar por entre suas memórias o que poderia ser aquilo ou que tipo de ocultimo era aquele. Uma vez tinha escutado sobre vampiros que podiam exercer tal tenebrosidade e agora encontrou uma capaz do ato, bem diante de seus olhos. A brujah sendo aremessada cai de joelhos e com a cabeça baixa e massageando seu pescoço sussurra “Que diabos!”. Levantando-se e erguendo sua cabeça de forma a exibir que tinha se recomposto de tal agressão, diz “Ual! Incrível, quer dizer então que a senhorita é uma Lasombra...’’ Bárbara senta em uma mesa vazia e coloca os pés sobre a mesa, fitando a vampira Ann e pensando “Criatura maldita, quem ela pensa que é para tratar uma cainita de tal forma! Devia ter antes enxido tal vampira de tapas antes de tentar ser amigável com tal peste...”

Ann Marie von Schappler apenas olha para a jovem e diz: "Seus debitos comigo so estao aumentando. Uma porta e uma parede." Ann finge nao ter ouvido o comentario sobre ser uma lasombra. Ann levanta-se e caminha em direcao a jovem. "Poderia por gentileza dizer o seu nome, crianca? Ou sera que terei que arrancar ele por metodos 'nao ususais' de voce?" Ann senta-se ao lado da jovem, aguardando a sua resposta. O braco de sombras que arremesou a jovem contra a parede ainda permanece ativo, e este se move invonlutariamente como uma cobra para proximo dela. ((o braco do abismo tem 'vida propria', apesar da criadora poer controlar seus movimentos quando quiser)) ficando por tras da jovem e sua ponta, ricocheteia como uma serpente se preparando para o bote final.

Barbara Svartur: "Essa coisa vai ficar serpentiando? Acho que essa coisa quer ser levada para passear..." diz em tom descontraído. A brujah tirando um isqueiro do bolso, joga em cima da mesa e completa dizendo e apontando para o isqueiro "Senhorita das sombras, acho que isso resolve o meu débito contigo. Por conta da casa! Onde há fumaça a fogo." Bárbara não se contem na gargalhada debochada que durou 10 segundos e. tirando os pés de cima da mesa e fitando a Srta Ann nos olhos diz em tom sereno e sério "É parece que vamos nos dar bem, onde há fogo, há fumaça senhorita Ann e a propósito, pode me chamar de Maeve."

Ann Marie von Schappler observa atentamente o comportamento da brujah. Ao ouvir o nome da mesma, Ann esboca um sorriso, levanta-se da cadeira e sai falando de costas para ela. "Obrigada, pela cooperacao, Srta. Maeve." O tentaculo de sombra ricocheteia sobre a mesa, jogando o isqueiro para longe de onde Ann e Maeve estavam e se desfaz na forma de nevoa. Ann se dirige a seus aposentos de onde faz uma ligacao para Alex, o Regente sabbat no atual periodo.

Barbara Svatur assiste Ann indo em direção a outro cômodo. Se perguntava as vezes se realmente essa descendente de Caim era uma Lassombra. Levantando-se, estica seu corpo, alongando os braços em direção ao teto. Suspira forte como se fosse um búfalo e olha para o isqueiro caido no chão seguindo em direção a ele. A brujah curvando-se, pega o iskeiro e o acende, olhando a chama do fogo e vendo uma ligeira fumaça sair.

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